Recursos dos clientes para o COVID-19

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Respostas para perguntas comuns

Sim. O Teste IDEXX SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR para pets estará disponível para veterinários da América do Norte esta semana e continuará a ser distribuído mundialmente nas próximas semanas, sendo oferecido pelos Laboratórios de Referência da IDEXX – a rede mundial da empresa, composta por mais de 80 laboratórios.

As principais autoridades sanitárias e os veterinários da IDEXX concordam que a transmissão do vírus SARS-CoV-2 ocorre principalmente de pessoa para pessoa e não recomendam a realização de testes em animais de companhia assintomáticos. Em animais de companhia sintomáticos, é mais provável que a doença seja causada por uma infecção respiratória mais comum que a COVID-19. 

A orientação da IDEXX, alinhada com as orientações de especialistas clínicos, é de que os veterinários solicitem o teste SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR da IDEXX somente quando recomendado por uma autoridade sanitária (por exemplo, um veterinário de saúde pública do Brasil) e mediante o cumprimento dos seguintes critérios específicos:

  • O animal de companhia convive com um humano portador de COVID-19 ou com resultado positivo para o coronavírus SARS-CoV-2
  • O animal de companhia já foi testado para infecções mais comuns, que foram descartadas pelo veterinário
  • O animal de companhia (principalmente gatos ou furões) apresenta sinais clínicos consistentes com a COVID-19 

As principais autoridades sanitárias e os veterinários da IDEXX concordam que a transmissão do vírus SARS-CoV-2 ocorre principalmente de pessoa para pessoa e não recomenda a realização de testes em animais de companhia assintomáticos. Acredita-se que animais de companhia não transmitem COVID-19 para seres humanos.1-4 Desde a metade de fevereiro, a IDEXX testou mais de 5 mil amostras para o vírus da COVID-19. As amostras foram enviadas aos Laboratórios de referência da IDEXX para testes respiratórios de gatos, cães e cavalos doentes em 17 países diferentes. Até o momento, a IDEXX não encontrou nenhum resultado positivo.em animais de companhia para o vírus da COVID-19, o que sugere que cães e gatos que convivem com pessoas infectadas geralmente não são infectados, salvo em casos raros e isolados. 

Embora não haja atualmente nenhuma evidência de que cães ou gatos contribuam para a transmissão da doença para seres humanos, evidências clínicas crescentes sugerem que pode haver níveis variados de susceptibilidade dos animais à infecção. Estudos recentes demonstraram que gatos e furões pode ser infectados em cenários experimentais e transmitir a doença para outros animais, enquanto os cães são geralmente resistentes à infecção, provavelmente devido a diferenças entre os receptores ACE-2 dessas espécies.7-9 

Em casos isolados, há relatos de zoonose reversa (doença transmitida de humano infectado para animal de companhia) em gatos e tigres.10,11 Evidências sorológicas sugerem que infecções assintomáticas em gatos podem ser mais comuns do que se suspeitava inicialmente.12 A infecção em gatos e furões é geralmente subclínica, mas pode apresentar sinais respiratórios leves, febre e, em alguns casos, sinais gastrointestinais. Nessas espécies hospedeiras não primárias, a infecção parece ter uma duração mais curta que em humanos. Embora haja relatos esporádicos de infecções transitórias por zoonose reversa em cães que coabitam com humanos infectados pelo vírus da COVID-19, não há relatos de sinais clínicos nesses cães.10,13Acredita-se que animais de companhia não transmitem COVID-19 para seres humanos.1-4

Consulte a página da COVID-19 no site do CDC para obter informações atualizadas sobre o risco da transmissão do SARS-CoV-2 em animais.

Para a lista de referências, clique aqui.

O conhecimento global sobre COVID-19 evolui constantemente.  Especialistas ainda concordam que a transmissão do vírus SARS-CoV-2 ocorre essencialmente de pessoa para pessoa. Como parte da nossa pesquisa, analisamos mais de 5 mil amostras enviadas aos Laboratórios de Referência da IDEXX para testes respiratórios de cães e gatos doentes de 17 países. Até o momento, a IDEXX não encontrou resultados positivos em animais de companhia para SARS-CoV-2, a cepa de coronavírus responsável pela pandemia de síndrome respiratória causada pela doença pelo coronavírus 2019 (COVID-19) em seres humanos.

Essas informações, aliadas a relatos isolados de dois cães e um gatos em Hong Kong, um gato na Bélgica, e agora um tigre no zoológico de Nova York com resultados positivos no teste para SARS-CoV-2, indicam que pode haver níveis variáveis de susceptibilidade, sendo necessária uma investigação mais detalhada. À medida que a pesquisa sobre os resultados positivos isolados em animais de companhia continua, estamos constatando que gatos e furões podem ser mais suscetíveis a infecções leves do que os cães. Com esse conjunto de provas, veterinários proeminentes e outros especialistas continuam a assegurar os tutores de animais de companhia que a probabilidade de infecção em animais de companhia é baixa, e que a probabilidade de nossos animais de companhia serem uma fonte de infecção é ainda mais baixa. Em pacientes sintomáticos, é mais provável que a doença seja causada por infecções mais comuns que a COVID-19. Estamos aprendendo todos os dias, e se considerarmos clinicamente importante comercializar nosso Teste RealPCR SARS-CoV-2 (COVID-19) da IDEXX, ele será disponibilizado para veterinários e seus pacientes.

O conhecimento global acerca do COVID-19 evolui constantemente. Os especialistas ainda concordam que a transmissão do vírus SARS-CoV-2 ocorre essencialmente de pessoa para pessoa. Como parte da nossa pesquisa, analisamos mais de 5 mil amostras enviadas aos Laboratórios de Referência da IDEXX para testes respiratórios de cães e gatos doentes de 17 países. Até o momento, a IDEXX ainda não encontrou resultados positivos em animais de companhia para SARS-CoV-2, a cepa de coronavírus responsável pela pandemia de síndrome respiratória causada pela doença pelo coronavírus 2019 (COVID-19) em seres humanos. Isso parece sugerir que, em geral, cães e gatos que vivem com pessoas infectadas aparentemente não apresentam infecção, com exceção de casos raros e isolados. 

Observação: Os testes PCR citados nos casos dos cães e gato de Hong Kong, do gato da Bélgica e do tigre de Nova Iorque NÃO foram realizados pela IDEXX ou em um Laboratório de referência da IDEXX.

Embora atualmente não haja evidências de que cães ou gatos tenham um papel na transmissão da doença para seres humanos, relatos isolados de resultados positivos para SARS-CoV-2 em dois cães e um gato em Hong Kong, um gato na Bélgica e agora um tigre em um zoológico de Nova Iorque sugerem que pode haver níveis diferentes de susceptibilidade a infecções nos animais, sendo necessário um estudo mais aprofundado. Gatos e furões talvez sejam mais susceptíveis a infecções clínicas, ao passo que os cães em geral parecem ser mais resistentes, provavelmente devido a diferenças entre essas espécies no que se refere aos receptores ACE1-3 que o vírus usa para entrar nas células.1 

Um gato na Bélgica, que vivia em contato próximo com um tutor infectado com COVID-19, apresentou sinais respiratórios transitórios, vômito e diarreia, enquanto um gato de Hong Kong com resultado positivo no teste PCR não apresentou nenhum sinal clínico. Um tigre do zoológico de Nova Iorque é o único caso conhecido de um grande felino infectado com COVID-19. Agentes de saúde pública acreditam que o tigre tenha tido contato com um funcionário do zoológico infectado pelo vírus da COVID-19. 

Nenhum dos cães com resultado positivo no teste PCR para vírus SARS-CoV-2 apresentavam sintomas indicativos de infecção. Foi noticiado que um cão idoso da raça Lulu da Pomerânia, com doenças preexistentes e que morava em uma casa onde havia humanos infectados em Hong Kong, apresentou resultado positivo fraco em um teste para o vírus SARS-CoV-2. Em nenhum momento o cão apresentou sinais clínicos consistentes com a infecção da COVID-19. Um segundo cão da mesma família apresentou resultados negativos de forma consistente. Em uma outra casa de Hong Kong, um cão que morava com um humano com resultado positivo para COVID-19 também apresentou resultado positivo para o vírus no teste PCR, mas não mostrou sinais clínicos de infecção. 

Com esse conjunto de provas, veterinários proeminentes e agentes de saúde pública continuam a assegurar aos tutores de animais de companhia que a probabilidade de infecção em animais de companhia é baixa, e que a probabilidade de nossos animais de companhia serem uma fonte de infecção é ainda mais baixa.  Em animais de companhia sintomáticos, é mais provável que a doença seja causada por uma infecção respiratória mais comum que a COVID-19. Estamos aprendendo todos os dias, e se considerarmos clinicamente importante comercializar nosso Teste RealPCR SARS-CoV-2 (COVID-19) da IDEXX, ele será disponibilizado para veterinários e seus pacientes.

  1.  Wan Y, Shang J, Graham R, Baric RS, Li F. Receptor recognition by the novel coronavirus from Wuhan: an analysis based on decade-long structural studies of SARS coronavirus. J Virol. 2020;94(7):e00127-20. https://doi.org/10.1128/JVI.00127-20
  2. Shi J, Wen Z, Zhong G, et al.  Susceptibility of ferrets, cats, dogs and different domestic animals to SARS-coronavirus-2. Pre-press https://doi.org/10.1101/2020.03.30.015347
  3. Kim Y, Kim SG, Kim SM, et al. Infection and rapid transmission of SARS-CoV-2 in ferrets. Pre-press https://doi.org/10.1016/j.chom.2020.03.023

Ao longo da evolução da pandemia da COVID-19, surgiram várias teorias e mitos sobre como esse vírus pode ter infectado seres humanos. Segundo o especialista de destaque em doenças infecciosas Dr. Scott Weese, a teoria mais recente que afirma que os seres humanos contraíram COVID-19 porque os cães ingeriram morcegos infectados por coronavírus “é, na melhor das hipóteses, especulativa”.

  • Não há atualmente nenhuma evidência de que cães ou gatos contribuam para a transmissão da doença para seres humanos. Não há também nenhuma evidência de que o SARS-CoV-2, a cepa de coronavírus responsável pelo surto de síndrome respiratória provocada pela doença pelo coronavírus 2019 (COVID-19), tenha se originado em cães.
  • Autoridades sanitárias influentes (inclusive a AVMA, o CDC e a OIE) concordam que a COVID-19 é essencialmente uma doença humana transmitida diretamente de humano para humano por meio de secreções respiratórias.
  • Desde a metade de fevereiro, os Laboratórios de referência IDEXX testaram mais de 5 mil amostras de gatos, cães e cavalos com sintomas respiratórios em 17 países para o vírus da COVID-19. Até o momento, a IDEXX não encontrou nenhum resultado positivo. Isso sugere que cães e gatos não são infectados, salvo em casos raros e isolados.
  • Pesquisas e informações atuais indicam que pode haver níveis variáveis de susceptibilidade para infecções de curta duração em animais de companhia, especialmente gatos e furões. Estudos experimentais sobre infecção mostraram que cães são geralmente resistentes à infecção.

Para obter mais informações, leia o blog do especialista de destaque em doenças infecciosas Dr. Scott Weese.
 

Os coronavírus são uma grande família de vírus que consiste de vários subgrupos de vírus comumente encontrados em humanos e outros mamíferos, além de aves e répteis. Os coronavírus que comumente provocam doença respiratória ou gastrointestinal em nossos pacientes veterinários são os coronavírus alfa. ;

  • Os Laboratórios de referência IDEXX desenvolveram um teste PCR em tempo real para detectar o SARS-CoV-2 com base nas sequências genéticas do vírus publicadas a partir da epidemia humana. A orientação da IDEXX, alinhada com as orientações de especialistas clínicos, é de que os veterinários solicitem o teste SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR da IDEXX somente quando recomendado por uma autoridade sanitária (por exemplo, um veterinário de saúde pública dos EUA) e mediante o cumprimento dos seguintes critérios específicos:
    • O animal de companhia convive com um humano portador de COVID-19 ou com resultado positivo para o coronavírus SARS-CoV-2
    • O animal de companhia já foi testado para infecções mais comuns, que foram descartadas pelo veterinário
    • O animal de companhia (principalmente gatos ou furões) apresenta sinais clínicos consistentes com a COVID-19

  • O Painel Respiratório RealPCRTM (Abrangente) - Canino da IDEXX contém o teste IDEXX RealPCR para o coronavírus respiratório canino. O coronavírus respiratório canino contribui para o complexo respiratório infeccioso canino (também conhecido como traqueobronquite infecciosa canina, ou “tosse dos canis”). Esse painel não detecta o vírus SARS-CoV-2, que causa a COVID-19. 

  • O Painel Diarréia RealPCRTM (Abrangente) da IDEXX contêm os testes IDEXX RealPCR™ para coronavírus entérico de cães, gatos, equinos e furões. Os coronavírus entéricos podem causar infecções intestinais e diarreia, principalmente em animais mais jovens. Esses painéis não detectam o vírus SARS-CoV-2, que causa a COVID-19. 

  • O Vírus da PIF RealPCRTM Teste da IDEXX (complemento do Teste de Coronavírus Felino RealPCR) detecta as mutações mais comuns que provocam peritonite infecciosa felina (PIF), decorrente de uma mutação do coronavírus entérico felino que resulta em doença inflamatória sistêmica grave, geralmente fatal. Esse teste não detecta o vírus SARS-CoV-2, que causa a COVID-19. 

  • O teste de anticorpos contra IBV da IDEXX detecta coronavírus gama. O vírus da bronquite infecciosa aviária (infectious bronchitis virus, IBV) provoca uma doença viral altamente contagiosa em galinhas que geralmente se manifesta como doença respiratória. Esse teste facilita o monitoramento do estado imunológico em grandes rebanhos. Esse teste não detecta o vírus SARS-CoV-2, que causa a COVID-19.

  • O teste RealPCRTM TGEV RNA Mix da IDEXX testa coronavírus entéricos em suínos. Os surtos graves de coronavírus entéricos, caracterizados por diarreia aguda e de rápida disseminação, são uma ameaça para rebanhos de suínos em todo o mundo. Esse teste não detecta o vírus SARS-CoV-2, que causa a COVID-19.

  • O teste de antígeno Rota-Corona-k99 da IDEXX é um ensaio de imunoabsorção enzimática (ELISA) que diferencia infecções por rotavírus, coronavírus e E.coli por meio da detecção de anticorpos. Os coronavírus bovinos podem causar diarreia em bezerros. Eles também podem provocar disenteria de inverno com diarreia sanguinolenta, sinais respiratórios leves e redução da produção no gado adulto. Esse teste não detecta o vírus SARS-CoV-2, que causa a COVID-19.

As principais autoridades sanitárias concordam que a COVID-19 é essencialmente uma doença humana transmitida diretamente de pessoa para pessoa em secreções respiratórias.1-4 A transmissão secundária pelo contato com uma superfície em que há presença de vírus também é possível, principalmente superfícies lisas como plástico ou metal.5,6 Acredita-se que superfícies porosas como tecidos e pelos sejam menos propícias à transmissão por fômites.

Estudos recentes demonstraram que gatos e furões pode ser infectados em cenários experimentais e transmitir a doença para outros animais, enquanto os cães são geralmente resistentes à infecção, provavelmente devido a diferenças entre os receptores ACE-2 dessas espécies.7-9 Em casos isolados, há relatos de zoonose reversa (doença transmitida de humano infectado para animal de companhia) em gatos e tigres.10,11 Evidências sorológicas sugerem que infecções assintomáticas em gatos podem ser mais comuns do que se suspeitava inicialmente.12 A infecção em gatos e furões é geralmente subclínica, mas pode apresentar sinais respiratórios leves, febre e, em alguns casos, sinais gastrointestinais. Nessas espécies hospedeiras não primárias, a infecção parece ter uma duração mais curta que em humanos. Embora haja relatos esporádicos de infecções transitórias por zoonose reversa em cães que coabitam com humanos infectados pelo vírus da COVID-19, não há relatos de sinais clínicos nesses cães.10,13Acredita-se que animais de companhia não transmitem COVID-19 para seres humanos.1-4

Os conhecimentos acerca da transmissão do SARS-CoV-2 e da doença COVID-19 evoluem rapidamente. Consulte a página da COVID-19 no site do CDC para obter informações atualizadas sobre o risco da transmissão do SARS-CoV-2 em animais.

Para a lista de referências, clique aqui.

A orientação da IDEXX, alinhada com as orientações de especialistas clínicos, é de que os veterinários solicitem o teste SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR da IDEXX somente quando recomendado por uma autoridade sanitária (por exemplo, um veterinário de saúde pública dos EUA) e mediante o cumprimento dos seguintes critérios específicos:

  • O animal de companhia convive com um humano portador de COVID-19 ou com resultado positivo para o coronavírus SARS-CoV-2
  • O animal de companhia já foi testado para infecções mais comuns, que foram descartadas pelo veterinário
  • O animal de companhia (principalmente gatos ou furões) apresenta sinais clínicos consistentes com a COVID-19 

A orientação da IDEXX, alinhada com as orientações de especialistas clínicos, é de que os veterinários solicitem o teste SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR da IDEXX somente quando recomendado por uma autoridade sanitária (por exemplo, um veterinário de saúde pública dos EUA) e mediante o cumprimento dos seguintes critérios específicos:

  • O animal de companhia convive com um humano portador de COVID-19 ou com resultado positivo para o coronavírus SARS-CoV-2
  • O animal de companhia já foi testado para infecções mais comuns, que foram descartadas pelo veterinário
  • O animal de companhia (principalmente gatos ou furões) apresenta sinais clínicos consistentes com a COVID-19 


O teste em animais de companhia sintomáticos em residências infectadas com COVID-19 nem sempre é indicada, pois os sinais clínicos, quando presentes, podem ser leves e transitórios. Pode-se considerar o teste SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR da IDEXX ao investigar doença respiratória em furões ou gatos após descartar infecções respiratórias mais comuns. Recomenda-se consultar uma autoridade sanitária local antes de considerar a realização de testes para COVID-19 em um animal de companhia. Os testes devem limitar-se àqueles animais com exposição conhecida ou forte suspeita de exposição à COVID-19. Para gatos que apresentam sinais respiratórios, deve-se considerar um painel RealPCR felino para infecção de trato respiratório superior (ITRS) antes de investigar a infecção por SARS-CoV-2, mesmo em se tratando de gatos que coabitam em uma casa com resultado positivo para COVID-19. Furões que apresentam sinais respiratórios devem ser avaliados com um painel RealPCR para vírus influenza, além do teste SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR da IDEXX. 

Embora o teste SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR da IDEXX tenha como alvo o mesmo gene do nucleocapsídeo usado nos ensaios do CDC, o teste não é igual aos testes humanos. O teste de COVID-19 da IDEXX foi elaborado especificamente para ser usado em pacientes veterinários, a fim de evitar a reatividade cruzada com coronavírus veterinários, e para ser realizado na plataforma RealPCR padrão da IDEXX.

Os laboratórios da IDEXX trabalham somente com diagnósticos veterinários. Não temos permissão para realizar testes em seres humanos e não processamos nenhuma amostra com esse tipo de marcador.

Não. Embora o teste SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR da IDEXX tenha como alvo o mesmo gene do nucleocapsídeo usado nos ensaios do CDC, o teste não é igual aos testes humanos. O teste de COVID-19 da IDEXX foi elaborado especificamente para ser usado em pacientes veterinários, a fim de evitar a reatividade cruzada com coronavírus veterinários, e para ser realizado na plataforma RealPCR padrão da IDEXX.

Os Laboratórios da IDEXX trabalham somente com diagnósticos veterinários. Não temos permissão para realizar testes em seres humanos e não processamos nenhuma amostra com esse tipo de marcador.

OPTI Medical Systems
A empresa de saúde humana da organização, OPTI Medical Systems, está investindo no apoio à realização de testes em humanos para COVID-19 com o desenvolvimento de um kit de teste PCR, viabilizado por meio da experiência da IDEXX no desenvolvimento e na fabricação de teste PCR para animais de produção.

A OPTI Medical validou um kit de teste PCR desenvolvido especificamente para uso em humanos e direcionado principalmenta para distribuição inicial limitada a clientes atuais que atuam ativamente na realização de testes em humanos para COVID-19. Essa iniciativa está em um estágio inicial de desenvolvimento.

No momento, não. Embora haja um interesse acadêmico em distinguir entre contaminação ambiental e infecção transitória em animais de companhia, um teste de anticorpos para animais de companhia não tem tanto valor para a identificação e o controle da infecção quanto um teste PCR, que pode identificar uma infecção ativa. A realização de testes de anticorpos contra o vírus SARS-CoV-2 é promissora na medicina humana para identificar pessoas que já foram expostas ao vírus da COVID-19 e, portanto, provavelmente apresentam um menor risco de contrair COVID-19. A proposta é que isso ajude a identificar os trabalhadores de setores essenciais que podem trabalhar em áreas de risco com mais segurança. Os animais de companhia parecem se infectar raramente, e quando isso acontece, a infecção normalmente não é clínica ou é levemente clínica e de curta duração. Atualmente, acredita-se também que os animais de companhia não transmitam a doença para seres humanos.

Os coronavírus são uma grande família de vírus que consiste de vários subgrupos de vírus comumente encontrados em humanos e outros mamíferos, além de aves e répteis. Os coronavírus receberam esse nome devido às proteinas presentes na sua superfície (espículas de superfície), que formam uma espécie de coroa – ou corona, em latim. As infecções por coronavírus em animais são, em geral, provocadas por coronavírus alfa, como o coronavírus entérico felino.

O vírus SARS-CoV-2, que causa a COVID-19, é um coronavírus específico que infecta o trato respiratório humano, sendo diferente dos coronavírus identificados anteriormente em infecções de pacientes humanos ou veterinários. Os coronavírus são uma grande família de vírus que consiste de vários subgrupos de vírus comumente encontrados em humanos e outros mamíferos, além de aves e répteis.

A doença Coronavírus (COVID-19) foi detectada pela primeira vez na China, com um surto que teve início na cidade de Wuhan. Essa doença é provocada por um novo cornonavírus denominado SARS-CoV-2, e acredita-se que ele tenha se originado em morcegos.Desde o seu aparecimento no fim do ano de 2019, a COVID-19 se espalhou pelo mundo.

IDEXX não encontra casos de COVID-19 em animais de companhia

A IDEXX avaliou milhares de espécies de cães e gatos durante a validação de um novo sistema de testes para o vírus COVID-19, e não encontrou resultados positivos em animais de companhia até o momento. Leia mais abaixo.

Comunicado à imprensa: IDEXX disponibiliza para veterinários teste do vírus da COVID-19 para animais de companhia

Comunicado à imprensa: Empresa líder em diagnóstico veterinário não encontra casos de COVID-19 em animais de companhia

Recurso de diagnóstico: Atualização de diagnóstico de Coronavirus, Abril de 2020

White Paper (Estudo): Evidências clínicas sugerem níveis variados de susceptibilidade à infecção pelo vírus SARS-CoV-2 (COVID-19) em animais

White Paper (Estudo): IDEXX SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR Test (EN)

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COVID-19 e os Pets: Recomendações atuais e as ferramentas disponíveis
Transmitido (Quarta-feira, 8 de Abril, 2020 - 18:30)

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Mensagem importante para os clientes da IDEXX no Brasil

Compreendemos que o coronavírus (COVID-19) é uma prioridade para você e seus clientes. Embora a situação seja extremamente dinâmica, a IDEXX se compromete em proporcionar a você os produtos, serviços e o suporte que você confia. Como líder global em diagnósticos veterinários, estamos monitorando a situação rigorosamente, tanto da perspectiva clínica quanto da operacional.

  • Estamos bem posicionados para manter os suprimentos e serviços, e estamos trabalhando nos bastidores para garantir que sua experiência IDEXX continue conforme o esperado.
  • Também estamos monitorando atualizações e orientações do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos e da Organização Mundial da Saúde (OMS) para nos mantermos a par das informações mais recentes e, assim, manter nossos clientes e funcionários seguros.

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