Recursos dos clientes para o COVID-19

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Teste IDEXX SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR

Para casos raros, sob consulta das Autoridades Sanitárias.

Guia completo para testagem

Respostas para perguntas comuns

Sim. O Teste IDEXX SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR para pets estará disponível para veterinários da América do Norte esta semana e continuará a ser distribuído mundialmente nas próximas semanas, sendo oferecido pelos Laboratórios de Referência da IDEXX – a rede mundial da empresa, composta por mais de 80 laboratórios.

As principais autoridades sanitárias e os veterinários da IDEXX concordam que a transmissão do vírus SARS-CoV-2 ocorre principalmente de pessoa para pessoa e não recomendam a realização de testes em animais de companhia assintomáticos. Em animais de companhia sintomáticos, é mais provável que a doença seja causada por uma infecção respiratória mais comum que a COVID-19. 

A orientação da IDEXX, alinhada com as orientações de especialistas clínicos, é de que os veterinários solicitem o teste SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR da IDEXX somente quando recomendado por uma autoridade sanitária (por exemplo, um veterinário de saúde pública do Brasil) e mediante o cumprimento dos seguintes critérios específicos:

  • O animal de companhia convive com um humano portador de COVID-19 ou com resultado positivo para o coronavírus SARS-CoV-2
  • O animal de companhia já foi testado para infecções mais comuns, que foram descartadas pelo veterinário
  • O animal de companhia (principalmente gatos ou furões) apresenta sinais clínicos consistentes com a COVID-19 

Sim, em um número limitado de estudos de caso. Os resultados positivos são confirmados internamente em triplicata usando o teste da IDEXX e três ensaios do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (US CDC).

Uma lista de casos positivos: IDEXX SARS-CoV-2 RealPCR Test: Positive cases

Sim. O alvo do teste SARS-CoV-2 RealPCR da IDEXX é uma parte do genoma viral que não foi afetada pelas mutações sofridas pelas variantes descobertas até o momento. À medida que novas cepas são identificadas, a IDEXX segue monitorando as alterações genéticas sofridas pelo vírus para garantir a precisão diagnóstica dos nossos testes.

As principais autoridades sanitárias e os veterinários da IDEXX concordam que a transmissão do vírus SARS-CoV-2 ocorre principalmente de pessoa para pessoa e não recomenda a realização de testes em animais de companhia assintomáticos. Acredita-se que animais de companhia não transmitem COVID-19 para seres humanos.1-4 Durante a validação do teste IDEXX SARS-CoV-2 RealPCR, a IDEXX testou mais de 6 mil amostras para o vírus da COVID-19. As amostras foram enviadas aos Laboratórios de referência da IDEXX para testes respiratórios de gatos, cães e cavalos doentes em 17 países diferentes (14 de fevereiro – 17 de abril de 2020). Em abril de 2020, o teste IDEXX SARS-CoV-2 RealPCR foi disponibilizado para uso em animais de companhia que apresentavam sinais clínicos e que haviam sido expostos a um humano infectado. Apesar do crescimento exponencial de casos positivos em seres humanos em todo o mundo, somente um número muito limitado de casos foram identificados em cães e gatos de companhia.

Embora não haja atualmente nenhuma evidência de que cães ou gatos contribuam para a transmissão da doença para seres humanos, evidências clínicas sugerem que pode haver níveis variados de susceptibilidade dos animais à infecção. Estudos demonstraram que gatos e furões pode ser infectados em cenários experimentais e transmitir a doença para outros animais, enquanto os cães são geralmente resistentes à infecção, provavelmente devido a diferenças entre os receptores ACE-2 dessas espécies.7-9

Em casos isolados, há relatos de zoonose reversa (doença transmitida de humano infectado para animal de companhia) em gatos, furões e cães.10,11 A infecção em gatos e furões é geralmente subclínica, mas pode apresentar sinais respiratórios leves, febre e, em alguns casos, sinais gastrointestinais. Nessas espécies hospedeiras não primárias, a infecção parece ter uma duração mais curta que em humanos. Embora haja relatos esporádicos de infecções transitórias por zoonose reversa em cães que coabitam com humanos infectados pelo vírus da COVID-19, não há relatos de sinais clínicos nesses cães.10,13 Acredita-se que animais de companhia não transmitem COVID-19 para seres humanos.1-4

Consulte a página da COVID-19 no site do CDC para obter informações atualizadas sobre o risco da transmissão do SARS-CoV-2 em animais.

Para a lista de referências, clique aqui.

Além de cães e gatos, foram identificados casos de infecção (não experimental) em visons, furões, gorilas e grandes felídeos, inclusive leões, leopardos-das-neves, tigres e pumas. Ao contrário dos animais de companhia, os visons foram identificados como espécie suscetível capaz de atuar como reservatório de infecção e mutação viral quando humanos infectados introduzem o SARS-CoV-2 em uma situação de alta densidade populacional, como uma fazenda de visons.

Ao longo da evolução da pandemia da COVID-19, surgiram várias teorias e mitos sobre como esse vírus pode ter infectado seres humanos. Segundo o especialista de destaque em doenças infecciosas Dr. Scott Weese, a teoria mais recente que afirma que os seres humanos contraíram COVID-19 porque os cães ingeriram morcegos infectados por coronavírus “é, na melhor das hipóteses, especulativa”.

  • Não há atualmente nenhuma evidência de que cães ou gatos contribuam para a transmissão da doença para seres humanos. Não há também nenhuma evidência de que o SARS-CoV-2, a cepa de coronavírus responsável pelo surto de síndrome respiratória provocada pela doença pelo coronavírus 2019 (COVID-19), tenha se originado em cães.
  • Autoridades sanitárias influentes (inclusive a AVMA, o CDC e a OIE) concordam que a COVID-19 é essencialmente uma doença humana transmitida diretamente de humano para humano por meio de secreções respiratórias.
  • Desde a metade de fevereiro, os Laboratórios de referência IDEXX testaram mais de 5 mil amostras de gatos, cães e cavalos com sintomas respiratórios em 17 países para o vírus da COVID-19. Até o momento, a IDEXX não encontrou nenhum resultado positivo. Isso sugere que cães e gatos não são infectados, salvo em casos raros e isolados.
  • Pesquisas e informações atuais indicam que pode haver níveis variáveis de susceptibilidade para infecções de curta duração em animais de companhia, especialmente gatos e furões. Estudos experimentais sobre infecção mostraram que cães são geralmente resistentes à infecção.

Para obter mais informações, leia o blog do especialista de destaque em doenças infecciosas Dr. Scott Weese.
 

Os coronavírus são uma grande família de vírus que consiste de vários subgrupos de vírus comumente encontrados em humanos e outros mamíferos, além de aves e répteis. Os coronavírus que comumente provocam doença respiratória ou gastrointestinal em nossos pacientes veterinários são os coronavírus alfa. ;

  • Os Laboratórios de referência IDEXX desenvolveram um teste PCR em tempo real para detectar o SARS-CoV-2 com base nas sequências genéticas do vírus publicadas a partir da epidemia humana. A orientação da IDEXX, alinhada com as orientações de especialistas clínicos, é de que os veterinários solicitem o teste SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR da IDEXX somente quando recomendado por uma autoridade sanitária (por exemplo, um veterinário de saúde pública dos EUA) e mediante o cumprimento dos seguintes critérios específicos:
    • O animal de companhia convive com um humano portador de COVID-19 ou com resultado positivo para o coronavírus SARS-CoV-2
    • O animal de companhia já foi testado para infecções mais comuns, que foram descartadas pelo veterinário
    • O animal de companhia (principalmente gatos ou furões) apresenta sinais clínicos consistentes com a COVID-19

  • O Painel Respiratório RealPCRTM (Abrangente) - Canino da IDEXX contém o teste IDEXX RealPCR para o coronavírus respiratório canino. O coronavírus respiratório canino contribui para o complexo respiratório infeccioso canino (também conhecido como traqueobronquite infecciosa canina, ou “tosse dos canis”). Esse painel não detecta o vírus SARS-CoV-2, que causa a COVID-19. 

  • O Painel Diarréia RealPCRTM (Abrangente) da IDEXX contêm os testes IDEXX RealPCR™ para coronavírus entérico de cães, gatos, equinos e furões. Os coronavírus entéricos podem causar infecções intestinais e diarreia, principalmente em animais mais jovens. Esses painéis não detectam o vírus SARS-CoV-2, que causa a COVID-19. 

  • O Vírus da PIF RealPCRTM Teste da IDEXX (complemento do Teste de Coronavírus Felino RealPCR) detecta as mutações mais comuns que provocam peritonite infecciosa felina (PIF), decorrente de uma mutação do coronavírus entérico felino que resulta em doença inflamatória sistêmica grave, geralmente fatal. Esse teste não detecta o vírus SARS-CoV-2, que causa a COVID-19. 

  • O teste de anticorpos contra IBV da IDEXX detecta coronavírus gama. O vírus da bronquite infecciosa aviária (infectious bronchitis virus, IBV) provoca uma doença viral altamente contagiosa em galinhas que geralmente se manifesta como doença respiratória. Esse teste facilita o monitoramento do estado imunológico em grandes rebanhos. Esse teste não detecta o vírus SARS-CoV-2, que causa a COVID-19.

  • O teste RealPCRTM TGEV RNA Mix da IDEXX testa coronavírus entéricos em suínos. Os surtos graves de coronavírus entéricos, caracterizados por diarreia aguda e de rápida disseminação, são uma ameaça para rebanhos de suínos em todo o mundo. Esse teste não detecta o vírus SARS-CoV-2, que causa a COVID-19.

  • O teste de antígeno Rota-Corona-k99 da IDEXX é um ensaio de imunoabsorção enzimática (ELISA) que diferencia infecções por rotavírus, coronavírus e E.coli por meio da detecção de anticorpos. Os coronavírus bovinos podem causar diarreia em bezerros. Eles também podem provocar disenteria de inverno com diarreia sanguinolenta, sinais respiratórios leves e redução da produção no gado adulto. Esse teste não detecta o vírus SARS-CoV-2, que causa a COVID-19.

As principais autoridades sanitárias concordam que a COVID-19 é essencialmente uma doença humana transmitida diretamente de pessoa para pessoa em secreções respiratórias.1-4 A transmissão secundária pelo contato com uma superfície em que há presença de vírus também é possível, principalmente superfícies lisas como plástico ou metal.5,6 Acredita-se que superfícies porosas como tecidos e pelos sejam menos propícias à transmissão por fômites.

Estudos recentes demonstraram que gatos e furões pode ser infectados em cenários experimentais e transmitir a doença para outros animais, enquanto os cães são geralmente resistentes à infecção, provavelmente devido a diferenças entre os receptores ACE-2 dessas espécies.7-9 Em casos isolados, há relatos de zoonose reversa (doença transmitida de humano infectado para animal de companhia) em gatos e tigres.10,11 Evidências sorológicas sugerem que infecções assintomáticas em gatos podem ser mais comuns do que se suspeitava inicialmente.12 A infecção em gatos e furões é geralmente subclínica, mas pode apresentar sinais respiratórios leves, febre e, em alguns casos, sinais gastrointestinais. Nessas espécies hospedeiras não primárias, a infecção parece ter uma duração mais curta que em humanos. Embora haja relatos esporádicos de infecções transitórias por zoonose reversa em cães que coabitam com humanos infectados pelo vírus da COVID-19, não há relatos de sinais clínicos nesses cães.10,13Acredita-se que animais de companhia não transmitem COVID-19 para seres humanos.1-4

Os conhecimentos acerca da transmissão do SARS-CoV-2 e da doença COVID-19 evoluem rapidamente. Consulte a página da COVID-19 no site do CDC para obter informações atualizadas sobre o risco da transmissão do SARS-CoV-2 em animais.

Para a lista de referências, clique aqui.

A orientação da IDEXX, alinhada com as orientações de especialistas clínicos, é de que os veterinários solicitem o teste SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR da IDEXX somente quando recomendado por uma autoridade sanitária (por exemplo, um veterinário de saúde pública dos EUA) e mediante o cumprimento dos seguintes critérios específicos:

  • O animal de companhia convive com um humano portador de COVID-19 ou com resultado positivo para o coronavírus SARS-CoV-2
  • O animal de companhia já foi testado para infecções mais comuns, que foram descartadas pelo veterinário
  • O animal de companhia (principalmente gatos ou furões) apresenta sinais clínicos consistentes com a COVID-19 

A orientação da IDEXX, alinhada com as orientações de especialistas clínicos, é de que os veterinários solicitem o teste SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR da IDEXX somente quando recomendado por uma autoridade sanitária (por exemplo, um veterinário de saúde pública dos EUA) e mediante o cumprimento dos seguintes critérios específicos:

  • O animal de companhia convive com um humano portador de COVID-19 ou com resultado positivo para o coronavírus SARS-CoV-2
  • O animal de companhia já foi testado para infecções mais comuns, que foram descartadas pelo veterinário
  • O animal de companhia (principalmente gatos ou furões) apresenta sinais clínicos consistentes com a COVID-19 


O teste em animais de companhia sintomáticos em residências infectadas com COVID-19 nem sempre é indicada, pois os sinais clínicos, quando presentes, podem ser leves e transitórios. Pode-se considerar o teste SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR da IDEXX ao investigar doença respiratória em furões ou gatos após descartar infecções respiratórias mais comuns. Recomenda-se consultar uma autoridade sanitária local antes de considerar a realização de testes para COVID-19 em um animal de companhia. Os testes devem limitar-se àqueles animais com exposição conhecida ou forte suspeita de exposição à COVID-19. Para gatos que apresentam sinais respiratórios, deve-se considerar um painel RealPCR felino para infecção de trato respiratório superior (ITRS) antes de investigar a infecção por SARS-CoV-2, mesmo em se tratando de gatos que coabitam em uma casa com resultado positivo para COVID-19. Furões que apresentam sinais respiratórios devem ser avaliados com um painel RealPCR para vírus influenza, além do teste SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR da IDEXX. 

Embora o teste SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR da IDEXX tenha como alvo o mesmo gene do nucleocapsídeo usado nos ensaios do CDC, o teste não é igual aos testes humanos. O teste de COVID-19 da IDEXX foi elaborado especificamente para ser usado em pacientes veterinários, a fim de evitar a reatividade cruzada com coronavírus veterinários, e para ser realizado na plataforma RealPCR padrão da IDEXX.

Os laboratórios da IDEXX trabalham somente com diagnósticos veterinários. Não temos permissão para realizar testes em seres humanos e não processamos nenhuma amostra com esse tipo de marcador.

Não. Embora o teste SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR da IDEXX tenha como alvo o mesmo gene do nucleocapsídeo usado nos ensaios do CDC, o teste não é igual aos testes humanos. O teste de COVID-19 da IDEXX foi elaborado especificamente para ser usado em pacientes veterinários, a fim de evitar a reatividade cruzada com coronavírus veterinários, e para ser realizado na plataforma RealPCR padrão da IDEXX.

Os Laboratórios da IDEXX trabalham somente com diagnósticos veterinários. Não temos permissão para realizar testes em seres humanos e não processamos nenhuma amostra com esse tipo de marcador.

OPTI Medical Systems
A empresa de saúde humana da organização, OPTI Medical Systems, está investindo no apoio à realização de testes em humanos para COVID-19 com o desenvolvimento de um kit de teste PCR, viabilizado por meio da experiência da IDEXX no desenvolvimento e na fabricação de teste PCR para animais de produção.

A OPTI Medical validou um kit de teste PCR desenvolvido especificamente para uso em humanos e direcionado principalmenta para distribuição inicial limitada a clientes atuais que atuam ativamente na realização de testes em humanos para COVID-19. Essa iniciativa está em um estágio inicial de desenvolvimento.

No momento, não. Embora haja um interesse acadêmico em distinguir entre contaminação ambiental e infecção transitória em animais de companhia, um teste de anticorpos para animais de companhia não tem tanto valor para a identificação e o controle da infecção quanto um teste PCR, que pode identificar uma infecção ativa. A realização de testes de anticorpos contra o vírus SARS-CoV-2 é promissora na medicina humana para identificar pessoas que já foram expostas ao vírus da COVID-19 e, portanto, provavelmente apresentam um menor risco de contrair COVID-19. A proposta é que isso ajude a identificar os trabalhadores de setores essenciais que podem trabalhar em áreas de risco com mais segurança. Os animais de companhia parecem se infectar raramente, e quando isso acontece, a infecção normalmente não é clínica ou é levemente clínica e de curta duração. Atualmente, acredita-se também que os animais de companhia não transmitam a doença para seres humanos.

Os coronavírus são uma grande família de vírus que consiste de vários subgrupos de vírus comumente encontrados em humanos e outros mamíferos, além de aves e répteis. Os coronavírus receberam esse nome devido às proteinas presentes na sua superfície (espículas de superfície), que formam uma espécie de coroa – ou corona, em latim. As infecções por coronavírus em animais são, em geral, provocadas por coronavírus alfa, como o coronavírus entérico felino.

O vírus SARS-CoV-2, que causa a COVID-19, é um coronavírus específico que infecta o trato respiratório humano, sendo diferente dos coronavírus identificados anteriormente em infecções de pacientes humanos ou veterinários. Os coronavírus são uma grande família de vírus que consiste de vários subgrupos de vírus comumente encontrados em humanos e outros mamíferos, além de aves e répteis.

A doença Coronavírus (COVID-19) foi detectada pela primeira vez na China, com um surto que teve início na cidade de Wuhan. Essa doença é provocada por um novo cornonavírus denominado SARS-CoV-2, e acredita-se que ele tenha se originado em morcegos.Desde o seu aparecimento no fim do ano de 2019, a COVID-19 se espalhou pelo mundo.

Notícias e Conteúdo

Comunicado à imprensa, 20 de abril de 2020: IDEXX disponibiliza para veterinários teste do vírus da COVID-19 para animais de companhia

Comunicado à imprensa, 13 de março de 2020: Empresa líder em diagnóstico veterinário não encontra casos de COVID-19 em animais de companhia

Atualização de diagnóstico: Atualização sobre o coronavírus: Cepas emergentes de coronavírus e pacientes veterinários

Algorítmo diagnóstico: Tratamento de animais de companhia com resultado positivo para SARS-CoV-2

White Paper (Estudo): Evidências clínicas sugerem níveis variados de susceptibilidade à infecção pelo vírus SARS-CoV-2 (COVID-19) em animais

White Paper (Estudo): IDEXX SARS-CoV-2 (COVID-19) RealPCR Test: validation and cross-specificity studies (EN)

Publicação: Journal of Small Animal Practice (2020), 1-7: Frequency of respiratory pathogens and SARS-CoV-2 in canine and feline samples submitted for respiratory testing in early 2020. doi: 10.1111/jsap.13300

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